
Vale a pena mudar uma posição para agradar o público, ainda que não concorde com ela? Serra e Dilma acham que sim, ambos são a favor do aborto como política de saúde pública, no entanto, de acordo com o clamor social, vestiram-se em seus papéis e agora atuam para a proibição, e por enquanto representam muito bem. O engraçado é que pessoalmente falando, a candidata do PT não concorda, porém colocando a administração pública acima de seus interesses pessoais ela deixou-se levar a favor do aborto. Irônicamente o povo que teoricamente seria beneficiado pela política de legalização do aborto, é o mesmo povo que clama contra ele. Mudando a opinião do aborto de novo, transformando os candidatos em fervorosos fiéis.
E nesse jogo de papéis sociais, ideologias confundem-se com roteiros de campanha. E roteiros de campanha não tornam-se ideologias, causando uma espécie de anarquismo na cadeia de raciocínio político. Por isso fala-se muito que hoje em dia não existe mais nem direita ou esquerda tampouco uma bandeira para se defender de ambos os lados.
A disputa pelo voto concentra-se agora só pela disputa pelo voto. Não precisa mais falar em que se acredita, ou o que sonha. Utopia. Fale o que o povo quer ouvir,faça o que o povo quer ver, é mais simples, prático e eficiente, vide Tiririca. Depois de eleito, aí sim você pensa em plano de governo que lhe favoreça de verdade e não um fabricado pela campanha.
E mesmo depois disso tudo ainda tem gente que considera a política uma arte, e eles tem razão, não a arte da persuasão nem nada parecido, artes mesmo, artes plásticas. O Lula provou isso para a gente. Esculpiu um candidato, moldou até seus últimos detalhes, mas pecou. Faltou o toque pessoal do artista. O carisma. E não me torture por isso candidata Dilma, é só liberdade de expressão. Irônico não?
Aquilo ocorria ano após ano, e era sempre igual. Até que um dia, paralisei. Não por aquelas idiotices todas. Mas fiquei encantado. Lá no canto sentava uma moçinha loira, estava sozinha, não fisicamente mas em mentalmente. Parecia perdida em seus próprios pensamentos, o que mais tarde eu descobriria que é uma característica dela, perder-se. Pois bem, voltei para sala, pra casa, pra escola, pro inglês, pra casa, escola, inglês, casa, escola, inglês. Até que eu percebi que também a encontrava no inglês, de certa forma fiquei feliz sim, ainda que não tivesse nenhum tipo de contato, nenhum mesmo, nothing. Mas em silêncio ficava observando, e bolando estratégias para que um dia pudesse me aproximar. Mas eu era idiota de mais para pensar em algo inteligente, que mais tarde descobri que era uma qualidade minha. Foi então que surge a brilhante idéia de dizer que estou afim de uma menina da sala dela do inglês, mentira, até ela sabia, mesmo que negue. Mas colou, com essa história eu a conheci, e aos poucos fomos ficando amigos. Um pouco mais que isso talvez, talvez não, na realidade é difícil desvendar essa parte do mistério. A verdade é que eu adorava passar meu tempo com ela, e por sinal ela também se divertia. Foram muitas histórias legais, até finalmente admitir que sentia algo por ela. Pensei, missão cumprida. Levo o toco, e sigo em frente, simples. Mas a negativa não aconteceu. Problemas a frente, evidente. Começou a pressão, sufocou. Demorei um pouco para aprender a lidar com isso, quanto mais preso parecia estar, mais
linda ela era, mais preso parecia ficar, uma lógica simples até. Nem se comparava com os problemas quase matemáticos que viveria dali para frente.




loucos por games, adoram brincadeiras idiotas e agem como adolescentes de 14 anos ao ver uma mulher.
O quarto episódio da saga, já era play dois, ou seja outra história. Mas isso não foi benéfico não, cachorrada. Se não fosse a nova mecânica, os gráficos bonitos e o Salazar, o anão pimpão, o jogo teria sido uma merda. Por que digo isso? Simples, primeiro porque acabaram com zumbis, e em seu lugar colocaram uma espécie de mexicanos retardados. Porra, ninguém tem medo de mexicano, nem de retardado. Por qu
Ele era tão forte, que era mais eficaz, você descer a murranca no zumbi, do que gastar trinta balas de metranca ou um lança foguete. O cara era assim, um animal, se fosse em qualquer outro Resident, o pessoal infectado correria dele, menos o Nêmesis, que ou mata ou mata, mas ainda assim tenho minhas dúvidas. Mas é verdade que agora a zumbizaiada estava diferente, pilotavam motos, dirigiam caminhões e descarregavam cartuchos de chumbo grosso direto na sua fuça. Mais lembrava um crime organizado, algo como o Rio de Janeiro, ta aí, achei a comparação exata, os "zumbis" agora eram os bandidos, e o Chris, um capitão nascimento da parada. Mas como se não bastasse todo essa carga imensa de baboseiras que fizeram com a história, ainda fizeram o Wesker nos moldes do Matrix desviador de balas. E por sinal isso tem no quarto filme também, rídiculo, isso e o filme. Ou melhor todos eles. Mas nem quero lembrar dessa idiotice cinematográfica que existe.

